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SDSN-Amazônia e parceiros discutem apoio a projetos de adaptação às mudanças climáticas

24-Nov-2016

 

Estudantes e pesquisadores de três países da bacia Amazônica, incluindo o Brasil, poderão concorrer a bolsas de incentivo para projetos voltados à adaptação às mudanças climáticas. Nesta semana, a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável (SDSN-Amazônia) receberam representantes d​o Banco de Desenvolvimento da América Latina​ (CAF) e de instituições ​de ensino da América Latina para discutir detalhes d​esta nova​ iniciativa, que deve ser desenvolvida a partir de 2017.

 

Deverão ser apoiados projetos relacionados à qualidade de vida e populações vulneráveis, saúde e segurança alimentar na região Amazônica, que tenham sido elaborados por estudantes ou pesquisadores que moram ou desenvolvam trabalhos na região. ​As iniciativas serão desenvolvidas a partir de uma especialização dada aos estudantes selecionados, que apoiará a implementação das iniciativas no Brasil, Peru e Colômbia.

 

“Essa parceria entre instituições deve conectar talentos da universidade da cidade, do interior, de várias regiões da Bacia Amazônica, para desenvolverem projetos e ideias inovadoras que tenham como objetivo melhorar a qualidade de vida das comunidades ribeirinhas, a partir de uma agenda nova e importante, que é a adaptação às mudanças climáticas”, explica o superintendente geral da FAS, Virgilio Viana.

 

A primeira parte da iniciativa será desenvolvida no primeiro semestre de 2017, com a elaboração de um projeto​ apoiado pela CAF e desenvolvido​ entre FAS, Instituto de Investigações da Amazônia Peruana (IIAP), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ​Universidade do Estado do Amazonas (UEA), ​Instituto Amazônico de Investigações Científicas (Sinchi)​, Fundo de Promoção às Áreas Protegidas do Peru (PROFONANPE)​ e Centro Agronômico Tropical de Investigação e Ensino (​CATIE​), da Costa Rica. A proposta será submetida ao Green Climate Fund (GCF), e se aprovada, proverá o financiamento das iniciativas a partir de 2018, em parceria com CAF.

 

“Esperamos colaborar com estudantes, docentes, professores, pesquisadores que tenham interesse em desenvolver e impulsionar seus projetos. Existem muitas capacidades a serem desenvolvidas na região, que precisam de um pequeno incentivo para contribuírem na agenda”, explica Cecília Guerra, executiva do CAF.

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